21 maio 2022

[Resenha] O Reino de Cobre - Daevabad, 02 - S.A. Chakraborty

 RETORNE A DAEVABAD NA FASCINANTE CONTINUAÇÃO DE A CIDADE DE BRONZE
A vida de Nahri se transformou para sempre quando acidentalmente invocou Dara, um guerreiro djinn dividido entre um dever violento do qual nunca poderá escapar e uma paz que teme nunca merecer. Retirada de sua casa no Cairo e inserida na deslumbrante e traiçoeira corte de Daevabad, ela precisou de seus instintos mais primitivos para sobreviver. Agora, com a cidade impregnada com as consequências de uma devastadora batalha, Nahri deve aceitar os próprios poderes e a herança milenar que jamais sonhou possuir. Enquanto isso, Ali foi exilado por ousar desafiar seu pai. Caçado por assassinos e à deriva nas implacáveis areias de cobre de sua terra ancestral, ele é forçado a confiar em suas novas habilidades. Mas, ao fazer isso, ameaça descobrir um terrível segredo que sua família há muito mantém enterrado. Uma nova era se aproxima. Os djinns se reúnem dentro das paredes de bronze de Daevabad para comemorar, mas um poder invisível do desolado norte trará uma tempestade de fogo direto para os portões da cidade. Conseguirão sobreviver a esta ameaça sem precedentes?
Livro: O Reino de Cobre || Série: Daevabad 02||  Autor: S. A. Chakraborty
Editora:  Morro Branco || Ano: 2020 ||  Gênero:  Fantasia
 Classificação:  3 estrelas ||  Resenhista: Lud


E vamos para o segundo livro da trilogia Daevabad.
Esse livro começa exatamente onde termina o primeiro livro, e irá narrar a jornada da Nahri para se encaixar nessa nova situação a que se encontro, ao mesmo tempo que ela começa um novo plano para se ver livre novamente. 


Devo dizer que após finalizar o primeiro livro, eu tinha grandes expectativas para essa continuação. Ao meu entender, era nesse livro que as coisas tomariam mais forma, e mergulharíamos mais profundamente no mundo construído pela autora. 

Mas de certa forma, ele não foi exatamente o que eu esperava. Claro que veio com um forte jogo político, intrigas, revelações, e um pouco de ação. Muito do mundo foi aberto, e muita coisa solta no primeiro livro foi explicado ou resolvido. 

Mas eu esperava mais da protagonista. Eu tinha uma ideia sobre como ela se desenvolveria nesse volume e não foi bem assima. Claro que analisando após alguns dias de leitura, eu entendo a autora, e a construção. Mas eu ainda desejava uma Nahri mais ativa, não que ela não seja fod@ ao seu modo, porque aguentar calada por anos, as ordem de outras pessoas, só esperando o momento certo de revisar, tem que ter muita força aí.  

Nós temos capítulos alternados com 3 personagens. E apensar de muitos odiar um deles, o Ali. Eu achei a construção dele, a melhor. Ele tem muitas camadas, ele pode ser um extremista, mas porque ele foi criado daquela forma, nunca mostraram para ele o mundo lá fora. E ele começa a perceber justamente isso. Eu gosto muito da contradição do personagens. 

O livro apesar de ter todo esse quê de magia, ele é mais um jogo político. Há partes do livro onde vocês espera a ação, mas não é agraciado com ela. Entretanto, esse momentos servem para construir o clímax que se atinge ao final do livro. Onde aí sim, temos muita ação e as revelações e descobertas. 

O Plot principal é até previsível, mas tem mais outros que andam em paralelo que irá te dar um tapa na cara, são tantas coisas acontecendo, que você não sabe mais quem é quem, e quais são os vilões e os bonzinhos. Como eu disse tem muita construção política no enredo. 
 
Ainda bem que o terceiro já foi lançado, porque esse livro acaba em uma super cena, e estou ansiosa para ler o desfecho dessa história. 

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