27 outubro 2020

[Crítica] Emily em Paris


Vamos lá para mais uma original da Netflx!

Emily recebe a proposta de um emprego em Paris para colaborar com suas ideias de marketing na transição da empresa onde trabalha. 

Para ela, além de se tornar uma gerente sênior quando voltar, será uma experiência incrível. Então, ela deixa seu namorado em Chicago, e sem nem mesmo falar Francês, ela parte para essa aventura na cidade mais romântica do mundo. 

Por não falar o idioma, Emily já encontra de cara algumas dificuldades, e por também ser americana, ela é um pouco - ou talvez nem tão pouco assim - hostilizada pelos seus novos colegas de trabalho. Ninguém está feliz com a presença dela ali e todos se recusam a dar uma chance a sua visão americana de publicidade. 

Emily se sente bastante solitária no começo, como ela mesmo diz, não está acostumada às pessoas não gostarem dela, mas, vestida em suas roupas coloridas e com seus saltos altos, ela não está disposta a ceder e deixar que outras pessoas a impeçam de fazer o trabalho que ela tanto ama fazer.



Como a maioria das séries da Netflix, temos aqui só 10 episódios e uma história repleta de clichês divertidos. 

Mesmo podendo ter exagerado um pouco ao estereotipar os parisienses (e eu entendo totalmente a crítica francesa), a série garante um frescor para quem quer um escapismo leve e com as situações mais loucas e constrangedoras. 

A Lily Collins interpretou bem o papel de uma americana tentando ganhar seu espaço em uma das cidades mais lindas do mundo. Emily é uma personagem empoderada e extremamente engraçada, e que passa pelas situações mais loucas, e esse é o ponto alto da série: essa atmosfera divertida com uma abordagem bem humorada e leve das coisas mais absurdas.

A série traz um cenário, obviamente, deslumbrante, além de uma trilha sonora maravilhosa, e o desfile dos figurinos é um bônus à parte, e te deixa com um gostinho de saudade das queridas ‘Gossip Girl’ e ‘Sexy and the City’. 

Temos também várias lições sobre marketing e uma abordagem sobre a importância dos influenciadores digitais (e aqui é a parte que muitos se identificam), e também sobre muitos outros tópicos importantes, como a igualdade do gênero.

Gostei de todos os personagens, e me diverti bastante com a implicância da chefe da Emily, que é uma verdadeira bruxa. Alguns comportamentos da Emily, principalmente em relação ao seu crush, Gabriel, me incomodaram bastante, e a postura do Gabriel diante da Emily também foi algo que não gostei. Se você parar para pensar, você percebe o quão errados eles foram durante toda a série e como eles poderiam ter conduzido várias situações de maneira bem diferente. 

Mas, o Gabriel é lindo e seguimos shippando, né? (e torcendo por uma melhor conduta da parte deles).

Eu praticamente devorei a série, e quando acabou, eu fiquei arrasada pelo pedacinho da cidade mais romântica do mundo que eu não teria mais. 

Para quem gosta de uma experiência voltada para clichês e coisas divertidas, Emily em Paris é uma excelente opção.

E eu espero voltar a Paris em breve!





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