11 dezembro 2018

[Divulgação] Legados de Lyræh - Willer Jones



Numa realidade totalmente distinta, um jovem se vê responsável pelo maior dos acontecimentos da história de um planeta que jamais conhecera. Porém, mal sabe que se encontra no meio de um jogo de interesses que vai além da sua própria imaginação... Não confie somente nos caminhos; e se a chave estiver em sua própria intuição?


PREFÁCIO

E aqui começa a história de Thalles Stjerners, um jovem brilhante, inspirador, seguido por todos os alunos do colégio. Seria até verdade, se não fosse um sonho longínquo.

Sabe aqueles filmes americanos que mostram os "deslocados" sendo maltratados, deixados de lado? Então, é isso o que acontece com ele. Thalles é o esquisito, o atrapalhado, que ninguém nem se recordava, assim, de sua existência. Era totalmente dependente da mãe – que sempre pegava em seu pé; tinha um pai desaparecido, daqueles que saem e não voltam mais; tinha avô falecido, de quem tinha mais do que recordações. E tinha um único amigo.

Um que antes era o centro das atenções do colégio e, de repente, deixou de ser o popular – e olha que Thalles nem sabe o porquê de ele ter se tornado seu amigo. 

Foi quando Thalles descobriu um baú numa das muitas mudanças que já havia feito de cidade em cidade: um baú velho, deixado sabe-se lá porque; a única coisa que sabia era que pertencerá a seu avô; não fazia ideia de seu conteúdo. Sua mãe, vendo a curiosidade do menino, informou que o avô disse que um dia a curiosidade iria falar mais alto.

Thalles somente olhava para o baú, atônito, imaginando o que poderia estar ali dentro que fosse tão importante assim para seu avô dizer que era um presente.

E aí, meu povo, é que vem o lance todo. Seria um bilhete da mega sena? Em tempos difíceis, não seria nada mau, hein!!

Uma passagem para uma viagem incrível?

O testamento de uma herança de uma família distante?

Posso garantir que o que tem naquele baú é algo "Galáctico", diferente de todos os presentes já vistos. Vem descobrir e viver essa aventura com Thalles e toda companhia limitada; será Estelar!!!


Blog Morgana das Fadas

Por Vick Duque



Olá, tudo bem? Meu nome é Willer Jones, tenho 31; moro em Belo Horizonte com minha família. Sou professor de Língua Portuguesa e agora também me aventuro no mundo das palavras como autor!

Digo aventurar, pois nunca me imaginei escrevendo algo tão elaborado quanto um livro – esse, que agora encaminho.

Desde que trilhei o caminho da Letras, intensifiquei meus hábitos de leitura, e alguns autores foram cruciais para mim. Ernest Cline, com Jogador No 1; Arthur Clark, com 2001: Uma Odisseia no Espaço; George Orwell, com 1984 e A Revolução dos Bichos; Machado de Assis, com seu jeito peculiar e irreverente (o Mago), em diversos títulos; Stephen King;  Fernando Pessoa, com a maravilhosa heteronímia que só ele conseguiu elevar ao patamar que hoje conhecemos; Tolkien; Rowling; Lewis; Guimarães Rosa (quem faz meu coração disparar, inclusive, pela inteligência literária com que desenvolveu suas obras). Tudo isso pode soar como pedante, até mesmo como ilusório; mas, de verdade, faz parte da minha formação autoral e de leitor – essa em primeiro lugar, pois acredito que todo autor é um leitor que quer falar algo mais sobre o que leu.

E esse é o principal motivo pelo qual gosto de escrever. O estopim foi o falecimento de meu pai em 2016, vitimado de um câncer metastático do pulmão para o cérebro. E foi daí que surgiu minha primeira história, hoje publicada na antologia de outra editora: o conto A Polaca. Nele, narro a história de uma curiosa amizade entre o homem e a morte, relacionando as mitologias grega e polonesa ao nome da personagem Tânia Smierc – Tânia, derivando de Thanatos, e Smierc, a senhora da morte no folclore polonês. Acredito que valha a leitura... Uma semana depois, resolvi ocupar minha cabeça e escrever uma história. Foi aí que nasceu Legados de Lyræh: a história de um jovem deslocado (lê-se desastrado), que não se sente parte do mundo em que vive – e, realmente, ele não é daquele mundo. Ele faz parte de uma geração de guerreiros responsáveis por proteger a estrela Lyræh e a principal fonte de energia de lá: as mendraves. Essas são partículas muito parecidas com o que na ciência se denomina como a partícula de Deus, o que forma tudo o que conhecemos. E o mote é sermos mesmo poeira das estrelas, como defende Carl Sagan.

O livro foi pensado como uma distopia, mas assumiu em definitivo seu caráter de fantasia; afinal, sou fã incondicional de livros de ficção fantástica, e defendo que há fantasia em tudo. Sem isso, a vida não teria graça, não é verdade? Por esse motivo, todo o tipo de referência que eu consegui inserir no texto, apareceu. Enquanto fui caminhando em meu processo de criação, relembrei fatos que vivi e experiências das mais diversas, e quis inserir também no texto final; defendo, inclusive em minhas aulas, que a arte existe como forma de representação da vida, e que toda mensagem positiva pode – e deve – ser transmitida através da arte. Ainda mais no mundo em que vivemos, onde, a cada momento, somos bombardeados por imagens, notícias, fatos que insistem em tirar nossa paz e nos tirar do caminho da felicidade; somos feitos para sermos felizes, e gosto de transmitir isso em tudo o que escrevo.

Bem, creio que seja esse o principal da minha obra. Espero alcançar meu objetivo de fazer a vida de alguém mais leve quando ler meus escritos, independentemente da situação.
Se podemos ser auxílio, por que ser empecilho?


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