02 outubro 2018

[Resenha] A Ladra - J. R. Ward

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Sola Morte, antiga ladra, desistiu da sua vida pregressa do lado errado da lei. Fugindo de uma família de traficantes de drogas, hoje ela mora longe de Caldwell, mantendo sua amada avó a salvo e permanecendo afastada de encrencas. Seu coração, no entanto, ainda está voltado para o único homem que conseguiu derrubar suas defesas: Assail, que nunca teve a intenção de se apaixonar - com certeza nunca por uma humana. Mas eles não têm futuro, e não só porque ela desconhece o fato de ele ser um vampiro, mas também porque ele não pretende deixar de vender armas para a Irmandade da Adaga Negra. O destino, contudo, tem outros planos para eles. Quando Assail entra em coma e paira à beira da morte, seus primos procuram Sola e imploram que ela lhe dê um motivo para viver. A última coisa que ela deseja é retornar ao passado, mas como ela pode permitir que ele morra?
Enquanto um novo inimigo letal dos vampiros mostra a cara, e a Irmandade precisa que Assail volte à ativa, Sola descobre ser não só um alvo, mas também uma força essencial numa guerra que não compreende. E quando a verdade de Assail vier à tona, ela fugirá aterrorizada... ou seguirá o coração, caindo nos braços do macho que a ama mais do que a própria vida?

Livro: A Ladra|| Série: Irmandade da Adaga Negra #16
 Autor: J. R. Ward ||Editora: Universo dos Livros
Classificação: 5 estrelas || Resenhista: Marlene
 Ano: 2018|| Gênero: Romance, vampiro, fantasia

A Ladra é o décimo sexto livro da série Irmandade da Adaga Negra, que foi publicado aqui no Brasil pela Editora Universo dos Livros. Neste volume, conheceremos a história de um casal ao qual eu esperava conhecer mais profundamente há bastante tempo, e apesar de ter algumas ressalvas, já vou de antemão falando que desfrutei bastante dessa leitura e já estou ansiosa pelos próximos volumes.

A relação entre Sola e Assail é bem complicada, ela está no sul do país tentando criar uma vida digna para ela e sua avó, enquanto Assail definha no complexo da irmandade por abstinência, enquanto tenta se livrar do seu vício. Mas, apesar de toda a sua determinação, é perceptível que ele está perdendo a sua luta e cabe a Sola o papel de ajudá-lo a passar por isso para que, talvez, ele saia com vida.


A ladra foi um livro rápido, que devorei em menos de 24 horas. Eu gostei da forma como a autora trabalhou todas as dificuldades enfrentadas pelo casal, em especial o medo que ambos sentiam de colocar o seu coração em jogo. Sola é uma mulher forte, que ao meu ver perdeu um pouco a essência mostrada nos livros anteriores, não que isso tenha feito dela uma personagem ruim, ela apenas está diferente e mais cautelosa, o que cai muito bem, visto a situação em que se encontra, em alguns momentos sua antipatia me deu nos nervos, mas isso não foi nada que eu não pudesse ignorar.

Assail foi o personagem que ganhou meu coração em todos os sentidos. Foi impossível não sentir empatia por ele e por tudo o que estava passando, sua personalidade é cativante e sua determinação em ser melhor para Sola foi o que fez dele um personagem tão especial para mim.

Os personagens secundários roubaram a cena em diversos momentos, a começar pelos dois primos de Assail, que sempre foram a sua rocha nos momentos em que ele mais precisou. A avó de Sola também roubou a cena e foi algo lindo de ler. E agora os dois que fizeram esse livro ser um dos melhores para mim: Vishous e Jane.

Desde A Escolha, a relação do casal está abalada e é perceptível que, com o passar do tempo, o relacionamento deles foi esfriando e morrendo, até que nesse livro acontece o ápice de tudo isso e o casamento deles é desestruturado de uma maneira quase irreparável. Esse foi, sem sombra de dúvidas, o único momento em que eu senti que Vishous amava a Jane 100%, nunca achei que esse casal foi feito um para o outro, no entanto, a autora mostrou que sim, o amor deles é forte e verdadeiro.

Como já é  costumeiro da autora, ficaram algumas questões em aberto que eu espero ter respostas nos próximos livros. A começar pela nova espécie de vilão, que é literalmente uma sombra e que precisa ser combatida pelos irmãos, e o personagem novo que vem para abalar as estruturas da irmandade e da relação entre John e Xhex.

No contexto geral, eu desfrutei bastante dessa leitura. Estou ansiosa pelo próximo volume que tem como título The Savior – O Salvador – em tradução livre.

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4 comentários :

  1. Oi, Marlene,

    Esse é o típico romance que costuma me atrair. Os personagens parecem ter uma intensa relação e ligação. O que por si só já é o bastante para querer lê-lo.

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  2. Amo essa série e estou muito curiosa com o livro do Assail, não vejo a hora de ler, gosto dele e me divirto com aqueles primos eles são demais. Pelo visto esse volume veio com surpresas um novo vilão essa eu não esperava, fiquei feliz que o Vishous e a Jane se entenderam, estava ficando cansada da relação deles e com receio de a autora escrever outro livro dele para se acertarem, assim não acaba nunca a série rs.

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  3. Marlene!
    Para mim essa é uma das melhores série no estilo, sempre com muitas personagens e trazendo grande emoções e um certo drama no enredo.
    Gosto demais da forma como autor elabora toda trama, nos deixando tensos durante a leitura.
    Desejo um mês abençoado!
    “A gratidão é o único tesouro dos humildes.” (William Shakespeare)
    cheirinhos
    Rudy
    TOP COMENTARISTA OUTUBRO - 5 GANHADORES –
    BLOG ALEGRIA DE VIVER E AMAR O QUE É BOM!

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  4. Oi Marlene!
    Gostei mto da resenha e o enredo me prendeu atenção.
    Eu ainda não havia lido nd sobre esse livro, que capa linda, espero ter oportunidade de ler.
    Bjs!

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