21 julho 2018

Novo Livro de Emily Giffin - All We Ever Wanted



Emily Giffin é a rainha das comédia romântica. Ela é basicamente a Nancy Meyers dos livros. A autora best-sellers tornou-se notória pelas leituras estridentes de praia que cativam milhões de leitores.

Mas agora, autora está entrando em território mais sério. Seu mais novo romance, All We Ever Wanted, lançado na terça-feira, depende de um escândalo de mídia social em uma escola particular de elite em Nashville. Isso levanta todo tipo de problemas, como privilégios e direitos, e o que significa criar filhos na sociedade atual, que não é apenas imagem, mas uma imagem perfeitamente trabalhada. Giffin é mãe de três filhos, incluindo dois no ensino médio, então a história é provavelmente a mais pessoal para ela.

A seguir, Giffin deixa EW saber seu processo de escrita, seus livros favoritos, e quando ela usa uísque para abastecer sua amada narrativa.

Entrevista com Entertainment Weekly

Entertainment Weekly: qual a primeira coisa que você lembra de ter escrito?
Emily Giffin: Um livro auto publicado e limitado de 1978 chamado "The Funny Pandas and the Messy Room" (Os pandas engraçados e o quarto bagunçado) 
EW: Qual foi o ultimo livro que fez você chorar?
EG: O Ultimo sopro de vida do Pauli Kalanithi
EW: Qual sua parte favorita de All We Ever Wanted?
EG: O epilogo, que eu quase não escrevi

EW: Qual livro está no topo da sua lista atual de livros para ler?
EG: São tantos! Mas o que está na minha cabeceira e que realmente vem chamando meu nome é How to Love a Jamaican, uma coleção de contos da Alexia Arthurs.
EW: Onde você escreve?
EG: Isso tem mudado já que meus filhos cresceram. Eu costumava escrever no meu escritório no sótão. Então eu me mudei para a casa da piscina. Agora eu tenho um escritório varias milhas distante da minha casa. Em algum momento, quando a minha filha de 11 anos de idade ficar completamente indiferente ao que eu estou fazendo, eu vou poder voltar para a casa da piscina e escrever em paz! Eu também amo cafeterias (Dancing Goats and Octane são minhas duas favoritas em Atlanta) e a Barnes & Nobles mais próxima.
EW: Qual livro te transformou em uma leitora para sempre?
EG: Beezus e Ramona da Beverly Cleary. Eu era obcecada.
EW: Qual o petisco que você não consegue escrever sem?
EG: Eu gostaria de poder dizer amêndoas ou frutas, mas se honestamente eu sempre tenho uma caixa salgadinho de queijo por perto. E quando eu acordo de madrugada para escrever, eu sempre pego cereal congelado. Ou whisky.

EW: Qual foi a parte mais difícil de escrever em All We Ever Wanted?
EG: Surpreendentemente, não foi o pai solteiro com uma filha adolescente - os dois personagens que teoricamente seriam os que eu teria mais problema para me identificar. Eu tive mais dificuldade escrevendo sobre a Nina, uma mãe casada, talvez por que batia muito com os meus próprios medos. Foi uma historia emocional para mim, com certeza.
EW: Se você pudesse mudar uma coisa sobre qualquer um dos seus livros, o que seria?
EG: O titulo do meu terceiro livro, Baby Proof. O livro não é sobre bebes. Eu sei, certo?

EW: Se All We Ever Wanted tivesse um linha para o poster do filme, qual seria?
EG: As vezes ter tudo não significa tudo. Ou talvez: como permanecemos verdadeiros para as pessoas que amamos... mesmo que isso signifique mentir para nós mesmo

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