18 outubro 2017

[Crítica] Tempestade - Planeta em Fúria

 

Hello pessoas, fomos convidadas para uma Cabine de Imprensa, e ela aconteceu no dia 16/10.
O filme nada mais que um novo lançamento da Warner Bros. Pictures Brasil.  TEMPESTADE: PLANETA EM FÚRIA estreia 19 de outubro nos cinemas. Com Gerard Butler, Jim Sturgess, Abbie Cornish, Ed Harris e Andy Garcia.

Confira o trailler e em seguida, a nossa crítica. 



Assim que assisti ao trailer fiquei morrendo de vontade de assistir Tempestade, sempre adorei esses filmes de catástrofes - quando eu era criança ficava vidrada assistindo na sessão da tarde - e com Tempestade não foi diferente.

Apesar de não ter nada de surpreendente ou chocante, o filme foi muito bem produzido, com muitos efeitos especiais. A escolha dos atores também foi ótima: Gerard Butler - sou só eu ou vocês também o amam? - como sempre atuando maravilhosamente, muito carismático e sempre com aquele ar sarcástico e ligeiramente arrogante que eu adoro.

O filme se dá início com Hannah (Talitha Bateman), a filha de Jack (Gerard Butler) narrando as catástrofes que estavam acontecendo e como o homem teve que encontrar uma maneira de interceder para assegurar a sua sobrevivência - apesar de tudo ser um reflexo das ações da própria humanidade. 

O Dutch Boy é uma tentativa - que deu muito certo ao menos no início - de neutralizar os danos causados pelo homem à natureza, ajudando a controlar o clima. O projeto contou com a participação de 600 cientistas do mundo todo, reunidos para salvar o planeta das catástrofes ambientais que começaram a ganhar força em 2019. Foi uma iniciativa que exigiu a colaboração de todos - durante o filme podemos ver várias bandeiras, incluindo a do Brasil, evidenciando a colaboração internacional entre as nações.

Jack é um homem extremamente inteligente, com um dom pra construir coisas. É ele quem dá vida ao Dutch Boy, essencialmente. É o projeto de sua vida. Mas, devido à sua personalidade difícil, que se recusa a seguir regras com as quais não está de acordo, acaba sendo afastado do projeto. O pior é que isso acontece por intermédio de seu irmão que é forçado a demiti-lo.

Apesar de serem irmãos, Max (Jim Sturgess) é o completo oposto de Jack. Calmo, controlado, cheio de lábia, ele é a imagem da sutileza. Ao contrário de Jack, ele domina a arte da politicagem, prefere obedecer e tentar aos poucos manipular as coisas a seu favor do que bater de frente. A antipatia pelo personagem no começo é inevitável. Ele é um traíra. Mais adiante percebemos que cada um tem sua própria personalidade e jeito de lidar com as coisas. E que Max tem um motivo para ser do jeito que é também. Ambos perdem os pais cedo e Jack que é o irmão mais velho e deveria ter assumido a responsabilidade, estava sempre envolvido em confusão, forçando Max a lhe tirar de seus apertos.

Depois de ser demitido, tudo parece dar errado para Jack. Perdeu o trabalho que era como sua própria casa e em seguida, perde a família, já que a mulher se separa e fica com a guarda da filha. Ele arranja uma casa no meio do nada onde pode ver as naves sendo lançadas ao espaço. Foi a forma que encontrou de estar perto do que ama.

Três anos depois da demissão de Jack, o Dutch Boy começa a apresentar falhas. No Afeganistão, todo um povoado é dizimado. Eles simplesmente congelaram. E não houve nenhum alerta dos satélites responsáveis por monitorar aquela área. Quando uma tubulação de gás explode em Hong Kong fica claro que alguma coisa está errada. É hora de chamar a única pessoa que conhece o Dutch Boy tão bem quanto a si mesmo - e que vá responder única e exclusivamente aos EUA, claro.

Chegando lá, Jack percebe que há alguma coisa errada com o sistema, mas que não foi um erro mecânico e sim, algo premeditado, depois que seu traje dá defeito no meio de uma tentativa de recuperação de uma gravação de segurança, ele tem toda a certeza de que alguém está tentando sabotar o Dutch Boy e consequentemente matar milhares de pessoas no mundo todo.

Quando digo que Tempestade não traz muita surpresa é exatamente por isso, é a velha história da piração de poder. O que não estraga em nada a história.

A noiva de Max, Sarah Wilson (Abbie Cornish) foi um diferencial. Adorei a atuação dela. A cena em que ela atira nos "bandidos" (no spoilers) e o presidente vira para Max e diz: "Case com ela" foi ótima. Só achei que ela concordou muito rápido com Max em sua teoria de conspiração e é claro, evidentemente havia alguma coisa errada, mas ele não tinha como apresentar provas concretas para ela ou para qualquer um e o argumento principal dele era: sou eu que estou pedindo, então é importante... Para alguém que aparentava ser extremamente racional, ela mostrou um lado bastante emocional ao confiar tanto nele.

O filme teve vários momentos engraçados e no final, emocionantes. Por vezes, eu simplesmente esqueci que estava no cinema, a história conseguiu me envolver completamente. Recomendo muito!!!

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2 comentários :

  1. Oi Amanda, vi o trailer desse filme e fiquei interessada e agora lendo a resenha decidi que quero sim ver. Também gosto muito do Gerard e gostei que o filme não foca só na catástrofe iminente mas que nos apresenta a vida nada simples dos protagonistas.

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    Respostas
    1. Que bom, fora que não sei você, mas eu já estava sentindo falta de filmes nessa linha! Depois volta pra me dizer o que achou *--*

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