[Resenha] Sing, Uma canção sobre o amor - Vivi Greene

Sing, Uma canção sobre o amor
Vivi Greene


A cantora premiada e ícone do pop Lily Ross apresenta seus maiores hits e piores foras (porque para ela são sinônimos):
1. Agonia (O que sentiu quando o ex partiu seu coração em pedacinhos e ela nem sabia o que estava acontecendo.)
2. Fantasmas (Porque até pessoas famosas sofrem com namorados que simplesmente desaparecem. E é horrível da mesma forma.)
3. Gato Escaldado (Do ditado: “tem medo de água fria”. Ou seja, ela nunca mais vai sair com um ator ou músico na vida.)
Mas este verão será diferente. Depois de ter seu coração partido mais uma vez, Lily precisa se afastar dos holofotes, e uma viagem com as melhores amigas parece perfeita. Três meses em uma ilhota perdida no litoral do Maine, com foco total em si mesma, sua música, seu novo disco... Tudo menos garotos. Isto é, até que Lily conhece Noel Bradley, um cara doce, simples e completamente diferente de todos os homens com quem ela já saiu. De repente, o “verão da Lily” dá um giro de cento e oitenta graus, e ela se vê envolvida em uma paixão de verão arrebatadora e inesquecível. O problema é que Noel não está interessado na vida de celebridade, e embora Lily o ame, ela também ama sua música, sua vida e seus fãs. Mais cedo ou mais tarde, ela vai ter que escolher...


Olá pessoal! Hoje trazemos para vocês essa publicação da HarperCollins, uma editora nova no Brasil e que já está conquistando fãs por aqui, pois estão arrasando nos lançamentos! #oremos para que continuem assim. 

Ler este livro foi importante para mim, porque os outros dois que li, trazidos por essa editora, não foram leituras muito prazerosas, e este aqui serviu para tirar um possível preconceito. Nunca tinha lido nada da Vivi Greene antes, mas gostei muito da escrita dela.

Lily Ross é uma cantora pop que está na crista da onda do sucesso. Aparentemente, tudo estava maravilhosamente bem. Bom relacionamento com a família, os fãs a amam, o namorado é perfeito e ela trabalha com suas duas melhores amigas. Resumindo, ela estava naquela fase em que a gente senta para analisar a vida e diz: ‘Caramba, eu tenho tanta sorte! Minha vida está perfeita!”. Só que não.

Estar com ele é muito fácil, porque não existem joguinhos. Ele sabe o que quer e sabe como conseguir. Simplesmente nunca achei que ele fosse parar de me querer.
Tudo desmorona quando Jed, o namorado também famoso, termina com ela DO NADA, dizendo que o relacionamento (que até então ela achava maravilhoso) não está dando certo, que ele está sob muita pressão e que precisam mesmo terminar. O coração de Lily se despedaça, é claro. E então, suas duas melhores amigas, tentando consolá-la, sugerem que elas partam em uma viagem para relaxar a mente e lá vão elas para uma ilha. 
Depois de escrever tantas músicas sobre estar melhor sozinha, uma garota pode começar a acreditar que não tem escolha.
Lily é daquelas pessoas que não sabem ficar sozinhas. Estão sempre com alguém, parecendo até que não gostam de si mesmas. E é isso que ela quer mudar, que conhecer a si mesma e passar um tempo sozinha. Compondo, resgatando dentro dela mesma o gosto por viver, cantar, ser feliz. Claro que isso é interrompido quando bate o carro com o de um morador local da ilha, o Noel.

Pode parecer muita coincidência, mas eu não consegui deixar de comparar algumas coisas acontecidas no livro com a vida da cantora Taylor Swift, como o fato de que ambas pulam de relacionamento em relacionamento e escrevem canções sobre isso (tanto nas horas boas dos relacionamentos como das ruins). Também essa coisa de ir com as amigas para uma casa de praia. Enfim, acho que rolou alguma inspiraçãozinha... Mas eu gostei!
“A água é brutal e emocionante. Dá um choque no meu corpo e o deixa dormente na hora. Meu coração parece que parou de bater. Que bom, penso. Talvez, se congelar, ele pare de doer de uma vez por todas”.
O livro é narrado em primeira pessoa, por Lily. Eu a achei uma personagem bem interessante e pude notar um certo grau de amadurecimento nela do início para o fim do livro, o que foi bem importante dentro da história. Em um misto de romance, expectativa, superação pessoal, amizade e força, Vivi Greene construiu uma história muito boa, com bons personagens. 

Eu gostei demais de ver a interação da Lily com suas amigas e da importância que cada uma tem na vida da outra. Gostei de ver a interação dela com os fãs (estou acostumada a ler livro de celebridades onde a cada página que passo é uma reclamação diferente sobre o assédio, algo que não acontece em Sing). E claro, gostei muito do boyzinho praiano que apareceu para ela, o Noel, e da interação dele com a família. Deixou o livro com uma pegada mais profunda, não só um romancezinho bobo.

“Às vezes, a vida nos oferece várias oportunidades ao mesmo tempo, e você precisa fazer escolhas. Às vezes, o que você quer e o que você precisa são duas coisas diferentes”.

Para todos que curtem esse tipo de leitura, vá em frente! Você terá um bom tempo.



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