Matheus Peleteiro

Hello pessoal, 

Hoje viemos apresentar um autor novo, para nós.
Matheus entrou em contato conosco para que conhecêssemos as obras dele, e adoramos o pouco que nos foi apresentado, então escolhemos um livro, e em breve teremos resenha.

Venha conhecer um pouco mais também:




"Sobre o autor: Matheus Peleteiro nasceu em Salvador, Bahia, em 1995. Acadêmico da área de direito, escritor, poeta e contista, em 2015 publicou seu primeiro romance Mundo Cão, e, em
2016, a sua novela Notas de um Megalomaníaco Minimalista.
O escritor também faz parte do coletivo Sapiens Marginalis, onde poetas de todo o Brasil divulgam seus trabalhos através das redes sociais.
Matheus iniciou seus escritos na internet, utilizando o nome Espirituoso e Trágico. E em dezembro dá um grande passo à frente abordando temas contemporâneos com o seu primeiro livro de poemas, intutulado "Tudo que arde em minha garganta sem voz".

Através de seus livros, Matheus tenta retratar, através de uma linguagem universal, os medos, anseios e o período em que vivemos. Se utilizando do humor, e da sátira, como os escritores que lhee serviram de referência. Em Mundo Cão (editora Novo Século, 168 págs), há a tentativa de retratar o cenário político e musical, apresentando personagens adolescentes que se tornam adultos cedo, através de uma narrativa que mistura amor, ódio, sangue, e humor. Já em Notas de um Megalomaníaco (editora Giostri, 82 págs), o romance paira, e através de reflexões de dois personagens e até referencias a seriados e filmes, o autor tenta trazer questionamentos que todos fazemos em determinados momentos nos dias de hoje.

Matheus afirma que o seu principal foco é trazer, através de uma narrativa com boa fluidez, e através de uma linguagem atual, um cenário em que nos identifiquemos, para que seus leitores possam ler hoje ou no futuro, e sentir de forma profunda o que nós sentimos hoje."

Obras do Autor:


Mundo Cão
Ano: 2015 / Páginas: 168


Unindo elementos de literatura marginal com sentimentos altruístas, surge Mundo Cão, que narra, em primeira pessoa, a história de Pedro Contino, um jovem que so­fre desde cedo por conta das peripécias da vida, e, por mais que busque o melhor, vê, em sua sombra, o caos. Morador da favela Roda Vida, Pedro poderia ter traçado qualquer caminho, mas a vida escolheu um em especial. Mesmo em meio à ausência de recursos, é apresentado à literatura por um vizinho mais velho, e, por conta dela, cria uma importante consciência social. Guiado por músicas e livros, ele logo percebe como tudo funciona. Indigna-se e, amargamente, percebe que não tem poder para realizar uma mudança no mundo…

O caos já faz parte dele, envolvendo-se com drogas, álcool, e, para completar, com as mais belas e loucas mulheres.


Notas de um Megalomaníaco Minimalista
Ano: 2016 / Páginas: 83


Uma novela, um romance, uma história de amor, ou um simples debate existencialista de caráter profundo e linguagem popular. São estas algumas das maneiras as quais pode ser denominada essa obra, que, na verdade, é muito mais que uma história, um relato, um desabafo. 
Uma história contada por um rapaz que discute sobre tudo o que teme e lhe agrada, um relato sobre os seus egoísmos e suas formas de buscar a grandeza nas coisas mais simples, um desabafo aos ouvidos de uma moça que sorri e esbanja estilo enquanto tudo que deseja é perpetuar aquele momento.
Notas de um megalomaníaco minimalista é uma manifestação do autor em torno das aflições contemporâneas e das suas próprias também. Ou, talvez, apenas um singelo registro do conjunto de inquietações de um mundo globalizado, sob a face de um rapaz e uma moça num dia ensolarado frente ao mar.


Tudo Que Arde Em Minha Garganta Sem Voz

Skoob Lançamento dia 17 de dez/16

Expresso nestes poemas, todo o ardor que incendeia minha garganta sem voz. Tudo que, de alguma maneira, simplesmente precisa ser dito. Porque “ruge dentro de mim, como se não houvesse papas na minha língua, nem consequências nas minhas palavras”, “como se algo simplesmente gritasse que tudo isso apenas ‘precisa ser dito’”.
Esses gritos, traduzidos em palavras, fazem deste livro um pedido de socorro. Não meu, não seu, mas um urro em nome de toda a humanidade. Gritos que manifestam uma tentativa de cumprir o meu papel de retratar a realidade num momento em que nossa voz costuma ser ofuscada pelo som dos tiros, ou pelos soluços dos lamentos emitidos por nossos iguais. 

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