Pré Venda A Lente de Marbury, Andrew Smith

A Editora Gutenberg divulgou recentemente o lançamento de mais uma distopia: A Lente de Marbury, do autor Andrew Smith.
Ao que tudo indica é uma duologia, o primeiro livro foi lançado nos Estados Unidos em 2010, o segundo livro em 2012







O LUGAR ERRADO NA HORA ERRADA! Um sequestro, um assassinato, um par de óculos… Aos 16 anos, tudo o que Jack mais quer é curtir as férias de verão com seu melhor amigo, Conner, e eles vão dar uma grande festa para celebrar o fim das aulas. Mas algo dá muito errado! Jack perde a linha, fica bêbado e acaba caindo nas mãos de um maníaco que o droga e o sequestra. Ele escapa por um triz, e só conta o que sofreu para Conner. O amigo tenta tranquilizá-lo, dizendo que tudo vai acabar bem. Mas será que vai? A viagem de férias para a Inglaterra parece ser a oportunidade perfeita para se livrar de seus fantasmas, mas Jack sabe que sua vida nunca mais será a mesma. Em Londres, um estranho lhe entrega um par de óculos cujas lentes lhe mostram um outro mundo. Um local chamado Marbury. Marbury está em guerra. É um lugar desolador que cheira à morte e destruição, onde os poucos sobreviventes precisam fugir se quiserem continuar vivos. Nesse mundo apocalíptico, Jack é responsável por dois garotos mais jovens, que são seus únicos companheiros, e também precisa enfrentar Conner, que o persegue e quer matá-lo. Será que Jack conseguirá escapar e lutar com seu melhor amigo? Será que tudo o que ele viu nesse unverso paralelo é real, ou seriam apenas alucinações provocadas pelas drogas que o sequestrador lhe injetou? Como agir quando loucura e realidade se confundem? Jack está perdendo o controle e sua única certeza é que sua vida está em jogo.




Andrew Smith é um premiado autor de vários livros juvem adulto, incluindo Grasshopper Jungle (2015 Michael L. Printz Honor, 2014 Boston Globe-Horn Book Award, Carnegie Medal Longlist) e Winger. Nativo da California, o autor passou seus anos de formação viajando pelo mundo. Na Universidade estudou Ciências Políticas , jornalismo e literatura. Já publicou diversos contos e artigos. 

Quando perguntado ao autor:

O Lens Marbury começa como um romance realista de abuso infantil e a culpa esmagadora que pode destruir um sobrevivente, e de repente muda para um modo de fantasia quase alucinatório. Como evoluiu dessa maneira?

A coisa sobre o livro é, e eu não tenho nenhum problema de falar sobre isso, é que, em minha própria vida, quando eu era criança, eu fui sequestrado por um completo estranho. Passei toda a minha vida, até na idade adulta, tentando lidar com isso e processá-lo e pensar sobre isso no dia-a-dia. Eu tinha chegado a um ponto em minha vida onde os meus pais tinham ido embora e um monte de pessoas que eu conhecia quando eu era criança não tinha nada a ver com minha vida agora por várias razões. Então, eu queria escrever este livro sobre um seqüestro e da maneira que isso meio que me ferrou com Jack e Conner. Minha intenção era originalmente tornar o livro uma espécie de mistério policial sobre o sequestro e depois do acidente que acontece.
Enquanto eu estava escrevendo eu comecei a ter sonhos realmente bizarros sobre este lugar chamado Marbury. Eu escrevo meus sonhos e um monte de coisas que eu sonho tornar-se elementos nos livros que escrevo. Além disso, havia este sonho que tive de um garoto chamado Seth que ajudou seu pai a dispor de um corpo. Então eu coloquei todas essas coisas juntas e o produto final foi The Lens Marbury. Ao escrever a história que eu nunca por um momento entretido a possibilidade de que o que estava acontecendo com Jack não era real. Eu sempre escrevi, na minha perspectiva, que tudo o que estava acontecendo com ele era absolutamente real.

Também lançado pela Editora Gutenberg, o autor tem Minha Mente Silenciosa:


Stark McClellan tem 14 anos. Por ser muito alto e magro, tem o apelido de Palito, mas sofre bullying mesmo porque é “deformado”, já que nasceu apenas com uma orelha. Seu irmão mais velho, Bosten, o defende em qualquer situação, porém ambos não conseguem se proteger de seus pais abusivos, que os castigam violentamente quase todos os dias. Ao enfrentar as dificuldades da adolescência estando em um lar hostil e sem afeto – com o agravante de se achar uma aberração –, o garoto tem na amizade e no apoio do irmão sua referência de amor, e é com ela que ambos sobrevivem.Um dia, porém, um episódio faz azedar terrivelmente a relação entre Bosten e o pai. Para fugir de sua ira, o rapaz se vê obrigado a ir embora de casa, e desaparece no mundo. Palito precisa encontrá-lo, ou nunca se sentirá completo novamente. A busca se transforma em um ritual de passagem rumo ao amadurecimento, no qual ele conhece gente má, mas também pessoas boas. Com um texto emocionante, personagens tocantes e situações realistas, não há como não se identificar e se envolver com este poético livro.

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