[Resenha] The DUFF - Kody Keplinger


Duff
A Maioria Das Pessoas Faria De Tudo Para Evitar
Kody Keplinger

Skoob | Editora | Compre


Bianca Piper não é a garota mais bonita da escola, mas tem um grupo leal de amigas, é inteligente e não se importa com o que os outros pensam dela (ou ela acha). Ela também é muito esperta para cair na conversa mole de Wesley Rush - o cara bonito, rico e popular da escola - que a apelida de DUFF, sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, a menos atraente do seu grupo de amigas. Porém a vida de Bianca fora da escola não vai bem e, desesperada por uma distração, ela acaba beijando Wesley. Pior de tudo: ela gosta. Como válvula de escape, Bianca se envolve em uma relação de inimizade colorida com ele. Enquanto o mundo ao seu redor começa a desmoronar, Bianca descobre, aterrorizada, que está se apaixonando pelo garoto que ela odiava mais do que tudo.

Eu li esse livro já tem um tempo, mas na época não fiz resenha, só me lembrava que tinha gostado. Resolvi relê-lo já tentando colocar na minha mente que dessa leitura deveria sair uma resenha...

Concentra... Concentra... Resenha... Resenha...
Falar é mais fácil do que fazer...

Escrever resenha é quase sempre difícil pra mim. São poucos os livros que ao terminar de ler, eu já tenho praticamente a resenha pronta na minha cabeça. Esses em geral são os livros sobre os quais tenho opiniões muito forte ou aqueles que amei... Nesses livros eu já to praticamente escrevendo a resenha antes mesmo de terminar, porque preciso contar ao mundo sobre eles!

Agora tem o restante, os outros 80%, dos quais eu não sei sobre o que escrever... São aqueles que me divertem, me distraem... Meus amorezinhos... Mas que eu tenho que fazer certo esforço pra escrever resenha sobre eles. As palavras simplesmente não vêm...

Essa aqui é uma dessas... Que eu nem sei por onde começar...

Mas com toda a minha genialidade capacidade e com o auxilio das GIFs e de citações prometo tentar fazer o meu melhor!

O ÓDIO

De um lado temos Bianca Piper, aos 17 anos já é do tipo solteirona convicta que constantemente arrasta seu traseiro para um bar chamado Nest, sobre o qual ela detesta tudo - desde a música até as pessoas - apenas para fazer companhia as suas duas melhores amigas, Jessica e Casey.

Ela é tipo assim: Vou ficar por aqui conversando com o barman. Vocês vão em frente e se divirtam...

Do outro lado temos Wesley Rush, o cara gostosão, galinha e sem noção que acha que todas as meninas adorariam estar com ele (o que meio que acontece na maior parte do livro).

Ele é tipo assim: Eu sou o cara mais bonito neste lugar.

Quando ele resolve puxar papo com Bianca, não esperava ser recebido tão... calorosamente.

[...]- Me deixe em paz, - sussurrei com os dentes apertados. - Vai tentar o seu ato de charme com alguma vagabunda com baixa auto-estima, por que não estou engolindo.
- Oh, não estou interessado em vagabundas, - ele disse. - Esse não é o meu negócio.
Eu bufei. - Qualquer garota que te dê a hora do dia, Wesley, definitivamente é uma vagabunda. Ninguém com bom gosto, classe ou dignidade realmente te acha atraente.
Muito bem. Isso foi uma pequena mentira.
Wesley Rush era o playboy mulherengo mais repugnante a escurecer a soleira do instituto Hamilton... mas ele era meio que gato. Talvez se você pudesse colocá-lo no mudo... e cortar as mãos dele... talvez, só talvez, ele seria tolerável então. Do contrário, era um verdadeiro pedaço de merda. Merda de cachorro que só queria sexo.

Ela foi tipo assim: Xô daqui... Sua mera existência me incomoda!

Mas vocês conhecem o ditado... "Quem fala o que quer..."

[...] Wesley suspirou. - Muito bem. Você está sendo realmente pouco cooperativa, sabe. Então eu acho que vou ser honesto com você. Tenho que assumir: você é mais inteligente e mais obstinada que a maioria das garotas com quem falo. Mas estou aqui por um pouco mais que uma conversa engenhosa. - Ele mudou sua atenção para a pista de dança. - Eu na verdade preciso da sua ajuda. Veja, suas amigas são gatas. E você, querida, é a Duff.
- Isso sequer é uma palavra?
- Designada. Feia. Gorda. Amiga.[1] - ele esclareceu. - Sem ofensas, mas essa seria você.
- Eu não sou a... !
- Ei, não te ponha na defensiva. Não que você seja uma ogra nem nada, mas em comparação... - Ele encolheu seus largos ombros. - Pense nisso. Por que elas te trazem aqui se você não dança? - Ele teve a ousadia de chegar mais perto e dar uma palmada no meu joelho, como se estivesse tratando de me consolar. Me afastei dele, e seus dedos se moveram suavemente para afastar alguns cachos de seu rosto em vez disso.
[...]
Ele foi tipo assim: Eu tentei ser legal, mas agora tenho que destruir seu ego.

Mas como, obviamente, Bianca não é do tipo de garota que leva desaforo pra casa, ela dramatiza geral jogando o conteúdo do seu copo diretamente na cara dele.

Ela fez tipo assim: Ah é? Então beba pelo nariz a minha Coca!

O SEXO

A relação de 'inimizade colorida" que surge entre os dois é meio WTF?!
Ela retorna ao bar numa noite e lá esta Wesley para irritá-la. Só que ela não esta com humor para lidar com ele.
Ela tem problemas. A mãe dela esta na Califórnia e Bianca não sabe quando ela vai voltar. O pai dela anda deprimido, parecendo pressentir que o fim do seu casamento esta próximo, além do mais ele é alcoólatra em recuperação e ela tem medo que ele tenha uma recaída. Ah e ela acabou de descobrir que o cara que ela gosta tem namorada!

A última coisa que ela quer é chorar na frente do babaca que continua a chamando de Duff.

[...]Então eu fiz uma coisa realmente f*#!$@. Minha única desculpa é que eu estava sob uma enorme quantidade de estresse, e vi uma saída. Eu precisava de algo para me distrair, qualquer coisa longe o suficiente do drama dos meus pais, só por um segundo. E quando eu vi a minha chance eu não parei para pensar sobre o quanto eu ia me arrepender disso mais tarde. Uma oportunidade sentada no banco do bar ao meu lado, e eu investi nela. Literalmente.
Eu beijei Wesley Rush.[...]
Ela foi tipo assim: Vou te beijar como se não te odiasse por um momento.

Vocês, assim como eu, devem se perguntar que sentido tem você beijar um cara que você detesta só porque o beijo, em teoria, faria com que você se esquecesse dos seus problemas?
Er, beijar um cara que você não suporta não seria mais um problema em si?

E eu fiquei tipo assim: Isso não tem nenhum sentido.

E é claro que Wesley começa a deslizar sua mão por ela, porque hey, ele é um mulherengo! Então ela se lembra da razão pela qual o odiava em primeiro lugar.

Ela foi tipo assim: Como EU ousei TE beijar? Seu canalha! Tome isso!

Ela tem um apreço pelo drama, não dá pra negar, isso que deixa o livro mais divertido, mas pelo menos Bianca conseguiu o que queria, ao invés de pensar em todos seus outros problemas, ela ficou pensando em Wesley e nos lábios dele...

Claro que depois disso ela continua encontrando com ele na escola e os dois acabam até como dupla para um trabalho de Inglês...
E com os problemas de Bianca se acumulando (a mãe dela manda os papéis do divórcio sem nem se dar ao trabalho de aparecer na casa para conversar com o pai e ela, os principais afetados/ o ex-namorado que a magoou esta de volta com uma noite/ e o pai dela teve aquela recaída que ela temia), ter Wesley por perto parece a escapatória perfeita.

Ela fica tipo assim: Eu te odeio, mas transar com você me distrai...
Ele fica tipo assim: Eu sou um cara, se você quer transar, quem sou eu pra negar?

Enfim, nesse livro a Bianca é que usa Wesley quando quer aquilo e ambos se mostram tão confortáveis na situação de sexo sem compromisso que até que por um momento pareceu que aquilo poderia dar certo...

Só que nunca dá, né.

O AMOR

Os dois começam a se conhecer, porque querendo ou não com o sexo vem a intimidade e Bianca não gosta de admitir que gosta de passar o tempo com Wesley, mesmo quando os dois não estão transando.

Ele é engraçado, um bom ouvinte, a defende quando ela precisa e no fundo é um cara bem solitário.

Ela fica tipo assim: Eu gosto de passar algum tempo com ele e é só isso que vou admitir...

Mas ao mesmo tempo em que Wesley faz com que ela se sinta muito bem quando os dois estão juntos, ele também a puxa pra baixo toda vez que a chama de Duff.

Claro, porque qual mulher no mundo não adora ser chamada de Feia e Gorda, mesmo que seja em tom quase carinhoso e mesmo que ela não seja nem feia nem gorda? É, nenhuma.

Nós, mulheres, em geral, temos um complexo de inferioridade natural que pode ser agravado quando acreditamos ser a pessoa menos atraente entre um grupo de amigas. (o que certamente já ocorreu vez ou outra com qualquer uma, seja num dia de TPM, seja num dia que o cabelo simplesmente não colabora ou que a gente quer se esconder)

Só ele que não se dá conta de que com a aparência de uma mulher não se brinca...

Ele era tipo assim: Eu sou muito engraçado, né? NÃO?!

Tenho que me encerrar por aqui, afinal se eu falar mais um pouco conto o final do livro e eu não vou negar que adoraria fazer isso...

Assim, deixo a recomendação desse livro, que eu adorei!

Eu tipo assim: Amei!

Informações Adicionais:

Kody Keplinger nasceu e cresceu no interior rural de Kentucky. Ela sempre gostou de escrever e começou a trabalhar em 'romances' quando ela tinha sete anos. Ela escreveu seu primeiro trabalho publicado, THE DUFF, durante seu último ano no colegial. Desde então, Kody escreveu dois outros romances, SHUT OUT e A MIDSUMMER'S NIGHTMARE.
Kody atualmente mora na cidade de Nova Iorque e escreve em tempo integral. Ela gosta de comida Tailandesa, tênis Converse e excessivamente de assistir TV.
Kody escreve para o YA Highway, um blog devotado para a industria de publicações do estilo jovem adulto (YA = Young Adult). Ela também é uma escritora de destaque para Poptimal.com, um blog de cultura popular, onde ela escreve resenhas de séries de TV e filmes.
Você pode encontrar Kody no Twitter, Tumblr, ou mandar um email para kodykeplinger@gmail.com.

7 comentários:

  1. Ameiiii (♥) sua resenha *------------*
    Quero um Wesley Rush!!!!
    Adoro este livro ,e estou louca pra ler outros da autora.

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    1. Hahaha, obrigada! :)
      Wesley Rush é demais!
      Ainda não li nenhum outro livro dessa autora, mas The DUFF deixa uma boa impressão! :D

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  2. Aaaah eu adoro esse livro!
    Com certeza também teria batido e beijado o Wesley, várias vezes!
    Adoro suas resenhas com giffs *-*

    Bjos

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  3. Nossaaaaa, se fosse pela capa e sinopse mas nunca eu leria...

    eu e a Luiza não somos muito chegada nesses livros.. mas até q não é a mesma coisa de todos os YA que anda saindo por aí!

    Então vamos add a lista infinita!

    como sempre as gif são demais!


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  4. Eu prefiro o filme. Mesmo que no filme só usem o conceito de DUFF e que o resto não tenha nada a ver com o livro ;).

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  5. Apesar de achar que os YA's levam sempre a mesma base de história, não me canso se lê-los. São apaixonantes, principalmente o 'mocinho' da história, sendo ele bad boy ou não. Adorei conehcer sobre o livro.. .E vem cá, não foi lançado ainda no Brasil, foi? Amei e precisoooo desse livro, mas não tenho costume de ler em inglês :( A capa é maravilhosa!!!!

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    1. A capa acima é a edição brasileira, da Globo Alt.

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