06 fevereiro 2013

[Review] Highland Hellcat



Livro 02 - Highland Hellcat 
Série: Highlander
Autora: Mary Wine

Série não comprada para o Brasil. 

Connor Lindsey é um laird, mas a lealdade do seu clã foi duramente conquistada e ele não hesita... Fará o que for preciso para encontrar uma mulher virtuosa, mesmo que tenha que seqüestrá-la ... "Ela tem um espírito que não pode ser domado ..." Brina Chattan sempre desafiou as convenções. Ela não vê motivos para ser dócil, agora que foi capturada por um poderoso laird e levada para o seu castelo nas montanhas. Quando as circunstâncias quase os separam, Connor descobre que uma mulher indomável é tudo o que precisa ...

Eu já amei o Connor no primeiro livro, e ele não deixa a desejar.

No segundo livro da série, continuamos com o tema, noivas sequestradas. Achei um pouco estranho, a autora repetir o mesmo tema do primeiro, mas o livro não deixa nada a desejar.

Connor é uma força da natureza, me simpatizei muito com ele pela própria história que o fez Laird, acho que de longe é o mais sofrido dos mocinhos que a série possa apresentar.


— Muitos me chamam de bastardo, porque minha mãe se recusava a se casar com meu pai por dois anos depois de eu nascer. Mesmo quando ela se casou com ele, existiram muitos que alegaram que ela havia recusado a ele por causa de sua vergonha em saber que eu não era filho dele. — Ele a percorreu com seus olhos mais uma vez. — Olhe para mim, Brina, e veja um homem que é laird contra todos os rumores e juramentos de muitos homens. Eu terei a esposa Chattan pela qual me esforcei tanto negociando. Uma que é honrada e ainda pura, para que meu próprio filho não tenha que ouvir sussurros sobre seu sangue.

Quando Connor vê seus planos de aliança trabalhado à muito afinco e que pode custar a vida de sua irmã desfeito, ele não vê outra alternativa a não ser sequestrar Brina, que está destinada ao convento, como a terceira filha de um senhor. (Naquele tempo, a terceira filha, sempre ia para a igreja, assim como seu dote.)

— Mas eu não disse o que tinha a dizer — Você me prometeu uma de suas filhas. Sua segunda está prometida para casar com Roan McLeod, o que deixa apenas a sua mais jovem a qual é adequada para mim. — Connor acenou com a cabeça na direção dela. — Vou levá-la agora.

Para Cannor era nada mais que justo, já que a aliança propunha um casamento entre os dois clãs para selar o acordo, ele somente está pegando a outra filha, não a que foi destinada a ele, o que há de errado nisso não?

— Não, sou simplesmente um homem que sabe o que é dormir no estábulo em um banco que não era grande o suficiente para uma criança, muito menos para um homem. — Ele olhou para o dossel acima de suas cabeças e estendeu a mão para acariciar um dos postes que prendia o tecido acima de suas cabeças. — Mas você também compreende isso, não é, Brina? — Seu olhar retornou para o dela, e seus olhos azuis eram penetrantes. — O destino tem um senso de humor interessante para nos tornar um par, quando cada um já tinha aceitado se contentar com muito menos.

Bem se a Brina aceitasse de boa fé, não teríamos um livro. Como sendo a filha destinada a igreja, ela nunca foi criada para obedecer a um marido, e sim para sobreviver a qualquer adversidade. Um casamento não estava em seus planos.  

Ela não era uma fera das Highlands. Ter a coragem de falar o que pensava não era algo para se arrepender ou para se colocar títulos desagradáveis.

Assim temos um enredo formado.  Tenho que dizer que Connor e Brina são um casal muito fofo, eu gostei mais do que o primeiro livro, o que geralmente não acontece sempre. Bem espero que gostem!

— Agora, moça, você não me tem dado chance para provar o quanto você pode gostar de ser minha esposa.
— Não tenho nenhuma intenção de permitir que você me toque. Largue-me neste instante!
Ele riu, seu peito vibrando contra suas costas. Ela sentiu sua respiração roçando o lado de seu pescoço, e ondas de prazer percorreram sua pele. Ela estremeceu, mas não tinha nada a ver com a temperatura.
— Parece que nós não estamos fazendo muito progresso com palavras, moça. Talvez devêssemos tentar um pouco de ação. — Um beijo pousou em seu pescoço, seus lábios pressionando suavemente contra o mesmo local que havia registrado sua respiração quente. Ela pulou, tentando se afastar dele. — Ah... Você não está tão impassível, está, Brina? Não há nada além de uma cama fria à espera de você na abadia. — Seus lábios voltaram para sua nuca, desta vez demorando mais no local. Ele deu vários outros beijos ao longo de seu pescoço, até chegar ao decote de seu vestido. — Na minha cama, não haverá nenhuma roupa para interferir em meus beijos em sua doce carne...





Para ler a resenha do livro Um: To Conquer a Highlander 

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5 comentários :

  1. Parece ser mesmo um bom livro!!!!!

    Mocinho durão e fofo ao mesmo tempo?

    Preciso ler um desses highlanders que a twin tanto gosta!

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    1. kkkkkkkkkkkk

      e eu finalmente vou ler FEVER, Chegou ontem em casa!

      Thanks Twin!

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    2. Você vai ver só como é bom!!!!!!

      Barrons, use sem moderação!

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    3. Eu ri um pouco com sua resenha nesta parte aqui:

      "Para Cannor era nada mais que justo, já que a aliança propunha um casamento entre os dois clãs para selar o acordo, ele somente está pegando a outra filha, não a que foi destinada a ele, o que há de errado nisso não?"

      Fiquei realmente curiosa para ler este livro. Adoro enredos meio "doidos". O livro parece ser ótimo.

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    4. Eu tb gosto gosto eles tem um pouco de comédia.. pq deixa a leitura leve.. não só o sofrimento da mocinha e do mocinho!

      =))

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